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1 COMPREENSÃO DE TEXTO
1.1
Leia os textos 1.1a1.1h e responda às perguntas 125. Escolha para cada pergunta a
resposta mais apropriada ao contexto. Marque com lápis as suas respostas no
formulário de leitura ótica
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1.1a Licenciados emigram cada vez mais
Portugal enfrenta uma vaga de emigração de dimensões semelhantes à da grande saída dos anos 60. Motivada pela crise que atinge as profissões qualificadas, pelo desemprego crescente, pelo incumprimento de compromissos económicos, mas, sobretudo, pelo aumento dos incentivos ao movimento de pessoas, através do intercâmbio de estudantes e da abertura de novos mercados aos portugueses, como Angola e o Brasil. Mas esta nova vaga é bem diferente da anterior: não foge à guerra, adapta-se melhor ao país do destino, não pensa em regressar, envia muito menos dinheiro, as mulheres são em número igual aos homens e as qualificações aumentaram. E definitivamente não constroem casas nas aldeias de onde partiram. “Os mais afetados por esta nova vaga de partidas são jovens licenciados”, disse João Peixoto, docente do Instituto Superior de Economia e Gestão que tem estudado o fenómeno da chamada “fuga de cérebros” no país. Os que saíram recentemente das faculdades portuguesas são levados a procurar uma saída profissional além-fronteiras. É uma outra face da crise e não pode ser vista apenas pelo lado negativo. Muitos deles acabam por voltar, com novas ideias e uma experiência profissional consolidada. Enquanto estão fora são os nossos melhores aliados para projetos comuns de âmbito internacional. Entre os jovens, em geral, a taxa de desemprego apresenta um aumento drástico. Mas há outras motivações para a emigração. “Nem todos os portugueses com cursos superiores que decidem abandonar o país o fazem porque estão desempregados. Temos os descobridores nas veias e não temos medo”, sublinha João Peixoto. Isaac Hakamo decidiu emigrar quando percebeu que, para fazer investigação de topo, teria de se associar a um departamento de Economia numa universidade norte-americana. Escolheu Berkeley. Recebeu várias ofertas. Todas elas, a par do apoio financeiro, exigiam disponibilidade para lecionar 25 % do tempo. Uma forma de compensar a universidade pela bolsa e pelas excelentes condições para levar a cabo a investigação. Sublinha não ter em Portugal condições comparáveis. 1.1b Sobre alterações climáticas em Portugal
“Em alguns sítios não temos outra solução a longo prazo que não seja deslocar populações”, admite o Secretário de Estado do Ambiente, referindo-se ao crescente problema da erosão costeira em várias zonas do país. Ele explica que Portugal não tem dinheiro para fazer paredes de betão semelhantes às que foram feitas na Holanda para protegerem as populações da invasão da água do mar. Será preciso tomar medidas para proibir terminantemente a construção em muitas áreas costeiras. Dificilmente teremos meios e técnicas que permitam suster este O Secretário de Estado previu que Portugal vai cumprir as metas de redução das emissões poluentes estabelecidas no Protocolo de Quioto. “Infelizmente vamos cumprir as metas sem esforço”, observou, frisando que a desindustrialização vivida pelo País durante muito tempo e a mais recente crise económica fizeram com que as emissões tenham baixado bastante. Com a crise económica, não só as empresas emitem menos como as pessoas utilizam menos os carros. Todavia, cerca de 80 por cento das nossas emissões de CO2 têm origem na energia consumida nas casas dos portugueses e nos carros em circulação e não estão relacionadas com as fábricas. “Acreditamos numa indústria que pode não ser muito poluente. Infelizmente não somos um país muito industrializado, não produzimos tanto quanto poderíamos produzir”, lamentou. Já Pedro Aguiar Pinto, perito na matéria, defendeu que as variações do clima em Portugal têm séculos e que, em média, a quantidade anual de chuvas até é um pouco mais elevada em Lisboa do que em Londres. “Portugal tem uma preocupação, que é a grandíssima variabilidade do seu clima. Mas não devemos ter uma visão catastrófica”, argumentou. “Desdramatizar não é ignorar o risco. Mas é preciso não dramatizar e a agricultura tem uma grande capacidade de adaptação às novas situações”, concluiu. 1.1c Roteiros originais que caem no gosto do turista brasileiro
Fazer turismo como se fosse um nativo, sem ter pisado o local, já é possível. Empresas do ramo estão se especializando nessa demanda e oferecem aos clientes roteiros diferenciados e exclusivos para aqueles que desejam fazer uma viagem inesquecível, onde poucos turistas já estiveram. Países e lugares conhecidos mundialmente ganham um novo olhar dos próprios agentes de viagem que estão colocando o “pé na estrada” antes dos próprios turistas. Apesar disso, os destinos maduros continuam na carta de opções para os clientes que podem optar, também, por viagens a locais consagrados como destinos turísticos. “Funciona como uma pesquisa de campo. Temos hoje em dia pessoas específicas na empresa viajando para diversos destinos e passando vários dias na localidade, conversando com moradores e conhecendo pontos diferentes dos que são oferecidos comumente pelas agências de viagem. Os roteiros têm sido bem aceitos por todas as classes sociais e idades. São pessoas que procuram inovar em suas viagens, ter momentos e registros de lugares por onde poucos turistas já passaram”, explica Isaac Batista, proprietário da Mais Brasil Turismo, empresa de João Pessoa que tem como uma de suas especialidades esse tipo de destinos. Apesar de ser referência na criação de roteiros exclusivos, a Mais Brasil Turismo também oferece diversas opções para o cliente que não tem vontade de sair da rotina. “Além de destinos comuns, podemos criar um roteiro na hora, de acordo com os anseios do cliente. No próprio site, o turista encontra o ‘Monte sua Viagem’, onde preenche um formulário com o destino desejado, como quer chegar ao local e por onde quer passar. A partir de então, sugerimos roteiros previamente explorados para incrementar a viagem”, disse o empresário. Um bom exemplo desse diferencial que a empresa oferece aos clientes é a viagem para a Flórida, Orlando, referência por conter os famosos parques da Disney World. Ao invés de passar por lugares já conhecidos em Orlando, a empresa destaca peculiaridades da beleza natural no roteiro. “Levamos nossos clientes aos parques naturais da Flórida, como o Everglades, onde é possível observar crocodilos e a fauna de áreas alagadas. Parques com nascentes também são opções agradáveis onde os turistas podem fazer mergulhos, passeios de caiaque e observações de Fonte: www.maisbrasiltur.com.br (14.4.2012) 1.1d Isabel Figueira: Já me senti escrava da imagem
Na entrevista ao Jornal de Notícias, a atriz e apresentadora fala da boa fase pessoal e É uma mulher vaidosa?
Acho que não, considero-me acima de tudo uma mulher que gosta muito de si e que se cuida, porque a minha profissão me levou a tal. Sou obrigada a ir ao ginásio, a fazer uma dieta. Gosto muito de comer, tenho às vezes períodos, como a minha gravidez em que comi imenso. Engordei 24 quilos, mas sabia que tinha de recuperar, através de um nutricionista, uma alimentação equilibrada e ginásio. Acima de tudo gosto de olhar para o espelho e gostar de mim. Em época de crise poupa na roupa?
Muito (risos). A única coisa em que não poupo é na comida. Poupo na roupa e noutras coisas. Tinha empregada três vezes por semana e agora tenho uma ou às vezes duas, por exemplo. Os meus pais sempre me ensinaram desde muito cedo a poupar, porque nunca se sabe o dia de amanhã. Nunca fui de gastar muito. Gosto de ter a minha casa, o meu carro, comidinha na mesa, isso sim é um luxo. De resto, roupa não acho que seja um bem essencial. Está a atravessar uma ótima fase, a nível pessoal e profissional. Sente-se mais feliz
agora do que aos 18 anos, por exemplo?
Sinto-me muito melhor, não só pelo simples facto de que fui mãe há quase seis anos, e isso mudou imensa coisa na minha vida e maneira de ser. Amadureci e aprendi a lidar com a vida, já não vivo com tanto medo. Hoje em dia vivo o meu presente, não o futuro ou o passado. Já vivi um período muito complicado, tive um esgotamento, não só pela pressão que se vive neste meio mas muito por um desgosto. Agora o que interessa é o presente e estou numa fase 1.1e Penteados
Uma das melhores dicas para manter um cabelo saudável é garantir que o seu cabelo tem uma aparência fantástica através de cortes regulares. Mas tenha cuidado com o tipo de corte que escolhe. Se no salão de cabeleiro um profissional demora cerca de 30 a 45 minutos a conseguir fazer um penteado que torna o seu cabelo deslumbrante, então o mais provável é que para conseguir o mesmo resultado em sua casa irá demorar muito mais tempo ou, em alguns casos, nunca irá conseguir reproduzir sozinha o mesmo visual. Prefira sempre cortes e penteados que lhe permitam ficar com um “look” natural e que precisem de pouca manutenção diária. Certifique-se que o seu cabeleireiro compreende os quatro aspetos fundamentais de um bom corte de cabelo: densidade, textura, tipo e formato do rosto. Por exemplo, se o seu cabelo já é volumoso e muito espesso, então provavelmente uma permanente exagerada talvez não seja a melhor opção para si. Por outro lado, se tem um rosto de formato redondo, o seu cabelo deverá ficar mais afastado da face, de forma a esta parecer mais estreita e alongada. Um bom corte de cabelo deve durar entre 5 a 6 semanas, sempre com um aspeto fabuloso. 1.1f A paz de Portinari para o Mundo
Há mais de 50 anos Cândido Portinari pintava a necessidade emergente da paz mundial. No dia 5 de janeiro de 1956, ele entregava os painéis intitulados ‘Guerra e Paz’, feitos sob encomenda do governo brasileiro, e presenteado para a sede da Organização das Nações Um presente do artista para a consciência do mundo. Vários metros quadrados de contraste entre o horror da guerra e a esperança e vida da paz. De um lado, o sofrimento, o desespero e a dor projetados no mural sobre a Guerra. Do outro, a valorização dos afetos e as experiências decisivas vividas por jovens, mulheres e crianças, no decorrer da vida, que trouxeram bem-estar e a sensação depessoal. Os famosos paredões de quatorze metros de altura e dez metros de largura, os mais importantes e reconhecidos trabalhos de Portinari, foram pintados durante nove meses. A pintura dos painéis valeu a vida de Portinari. Nem mesmo o risco letal das tintas à saúde do pintor o fez parar. Na escolha entre pintar ou viver, o brasileiro optou pela arte. 1.1g Espanhóis só entram no Brasil com bilhete de volta na mão
A partir desta segunda-feira, o Brasil se tornou mais rigoroso em relação à entrada de visitantes espanhóis. Entre as exigências no controle imigratório estão a exigência de bilhete aéreo de volta, com data de retorno marcada, comprovação de meios econômicos para permanência no Brasil, no caso, a quantia mínima de R$ 170 para ingressar em território brasileiro. Mesmo assim, não conseguiu equiparar as dificuldades criadas para o ingresso de brasileiros no país europeu. Alguns obstáculos previstos na legislação espanhola não existem por aqui, como, por exemplo, o pagamento de quase cem euros por uma carta-convite, que só pode ser obtida pelo anfitrião na “Comisaría de Policia” (Posto policial em espanhol). E mais: o tratamento dado aos brasileiros não é igual em relação a outras nações latino-americanas, como No país ibérico, de acordo com o Boletim Oficial de Estado, de 12 de janeiro de 2010, o anfitrião de turista estrangeiro precisa pagar uma taxa de 96,6 euros para receber das autoridades espanholas uma carta-convite padronizada, além da taxa de um euro por documento anexado à carta. Esse convite precisa ser enviado ao estrangeiro antes do seu embarque para a Detalhe: o anfitrião deverá comprovar sua relação com a pessoa identificada, bem como o endereço da estadia do estrangeiro. Poderá, ainda, ser chamado para uma entrevista com o objetivo de verificar as informações fornecidas na carta padronizada. No caso das viagens ao Brasil, a partir de agora, os espanhóis deverão trazer uma carta escrita pelo anfitrião brasileiro, em mão, e com firma reconhecida em cartório. No entanto, cartas padronizadas ou entrevistas do anfitrião, por ora, estão fora de consideração. 1.1h Miradouro
No último fim de semana, mais concretamente na madrugada de domingo, alguém resolveu conspurcar a caixa Multibanco, situada na rua Álvaro Castelões, com dejetos humanos. Esta não foi a primeira vez que aquele ATM foi alvo de vandalismo mas, desta vez, o cenário que ficou é de tal forma repugnante que passar pelo local só mesmo de cara virada para o lado No domingo, quando por ali passei e deparei com aquele cenário veio-me de imediato ao pensamento a discussão sobre a instalação de um sistema de videovigilância nas artérias da baixa da cidade e a falta que o mesmo faz, não só na prevenção de outro tipo de criminalidade, como em atos aberrantes de vandalismo. Aliás, estas ruas da baixa comercial foram alvo, no verão do ano passado, de diversos atos de vandalismo, principalmente nas madrugadas dos fins de semana, que provocaram prejuízos consideráveis a quem já se queixa da O verão está por aí a chegar, o sistema de videovigilância continua por aplicar mas a certeza que todos nós, cidadãos, temos, é a de que a cidade não pode continuar a ser terra de ninguém durante as madrugadas. Algo tem que ser feito para que estes atos de violência fiquem menos frequentes e que os seus autores sejam devidamente punidos. A punição seria uma multa bem avultada e a obrigação de ter que limpar, com as próprias mãos e sem luvas, a porcaria com 1.1a Licenciados emigram cada vez mais
1. Qual é a motivação principal da fuga dos jovens diplomados para fora de Portugal? A. A vontade de ter um emprego bem remunerado. B. A adaptação a países lusófonos. C. O estímulo à livre circulação de pessoas. 2. E no caso da geração anterior, o que é que a obrigou a emigrar? A. O de conseguir emprego, mesmo sem ter qualificações. B. A situação política atual no seu próprio país. C. A possibilidade de poder construir a sua casa na sua terra. 3. Esta fuga traz vantagens úteis para o país. Quais são? A. Os jovens, de qualquer modo, voltam a Portugal. B. Os licenciados encontram emprego em Portugal. C. Trazem competência profissional para Portugal. 4. Por que razão saiu Isaac de Portugal? A. Por poder trabalhar e investigar ao mesmo tempo. B. Por não ter emprego em Portugal. C. Por ter boas condições de investigação. 1.1b Sobre alterações climáticas em Portugal
5. Como é que, neste momento, Portugal vai evitar catástrofes devidas à erosão? A. Fortificando as defesas contra as águas. B. Impedindo a edificação de casas nas zonas de erosão. C. Evacuando os habitantes das áreas de perigo. 6. Porque é que é fácil cumprir os objetivos de Quioto? A. Há relativamente poucas fábricas em Portugal. B. Os carros modernos emitem menos dióxido de carbono. C. As fábricas são menos poluentes do que antes. 7. Qual é a maior causa de inquietação em relação ao clima de Portugal? A. A sobrevivência da agricultura. B. A quantidade de chuva. C. A inconstância das condições atmosféricas.
1.1c Roteiros originais que caem no gosto do turista brasileiro

8. Que tipo de viagens oferecem as agências de viagens? A. Viagens virtuais para aqueles que não queiram sair de casa. B. Novos destinos, mas também antigos, para todo o tipo de gostos. C. Apenas novos destinos, pois os antigos já não interessam mais. 9. Qual é a novidade nos serviços da Mais Brasil Turismo? A. Começou-se a fazer investigação no próprio destino turístico. B. Os viajeiros têm possibilidade de conversar com a gente local. C. Há viagens para pessoas com diferentes recursos económicos. 10. Qual é a especialidade da Mais Brasil Turismo? A. Oferece roteiros especialmente para clientes exigentes. B. Tem alternativas para clientes fartos de rotina nas viagens. C. Permite que os clientes façam o seu próprio pacote de viagem. 11. Em que se concentra a viagem da Mais Brasil Turismo para a Flórida? A. Nos parques da Disney World que são o seu principal ponto turístico. B. Em vez da Disney World concentra-se na observação da natureza. C. Além da Disney World, também se desfruta da natureza.
1.1d Isabel Figueira: Já me senti escrava da imagem
12. Como é a relação da Isabel com a comida? A. Ela adora a comida boa e por isso come demasiado. B. Consegue controlar a sua alimentação se for necessário. C. Se engordar muito, custa-lhe recuperar o peso. 13. Como é que a Isabel usa o dinheiro? A. Gosta de gastar em coisas de luxo. B. Tenta acumular dinheiro para comprar roupa. C. Consegue economizar em quase tudo. 14. Como é a Isabel atualmente, em comparação com o passado? A. Ainda tem medo, mas menos do que no passado. B. Sente-se exausta, se a situação for difícil. C. Antes preocupava-se menos com o futuro. 1.1e Penteados
15. O que é que o tempo mencionado no texto significa? A. É o tempo que revela a pouca capacidade do cabeleireiro. B. É o tempo que todo o professional usa para ter bons resultados. C. É uma referência temporal que sugere evitar cortar o cabelo em casa. 16. Qual destas opções compagina com um bom cabeleireiro? A. Procura aconselhar o cliente a cortar o cabelo cada mês e meio. B. Domina o lado estético do seu trabalho. C. Sabe lidar com vários tipos de clientes. 1.1f A paz de Portinari para o Mundo
17. Porque é que Portinari pintou as obras citadas? A. Pintou-as por própria iniciativa. B. O governo do seu país pediu-lhe que as pintasse. C. A ONU pagou-lhe para que as pintasse. A. Do sofrimento dos jovens, mulheres e crianças no mundo de hoje. B. Duma temática que contrasta o bem e o mal. C. Dum tema que procura mostrar a crueldade do ser humano. A. Preferiu sacrificar a sua vida pela arte a não trabalhar. B. Sentiu-se obrigado a trabalhar, ainda que fosse já muito velho e doente. C. Foi-lhe um trabalho imposto que acabou por matá-lo de cansaço. 1.1g Espanhóis só entram no Brasil com bilhete de volta na mão
20. Para quê foram tomadas medidas contra os viajantes espanhóis? A. Trata-se duma contramedida da parte do governo brasileiro. B. Muitos espanhóis querem emigrar para o Brasil ilicitamente. C. Para conseguir dinheiro facilmente dos turistas. 21. O que se diz das exigências impostas pelo governo espanhol aos brasileiros? A. Tornam as visitas brasileiras quase impossíveis. B. Incomodam tanto aos brasileiros quanto aos seus anfitriões. C. Trata-se somente duma inconveniência económica. 22. Como se comparam as medidas dos brasileiros às dos espanhóis no texto? A. Os brasileiros exigem muito mais do que os espanhóis. B. Os espanhóis agem duma maneira desproporcionada. C. Os dois estão a exagerar as inconveniências das medidas. 1.1h Miradouro
23. O que foi feito à caixa automática? A. Quebraram-na. B. Sujaram-na. C. Queimaram-na. 24. Qual é a dificuldade das empresas do centro? A. A vigilância dos seus negócios tem custado muito caro. B. Os seus negócios têm sido alvos de roubos. C. A sua propriedade vem sendo sabotada. 25. O que é que se sugere como punição adequada aos vândalos em questão? A. Compensar os estragos para as empresas com dinheiro. B. Ter que trabalhar na limpeza ou pagar uma multa. C. Pagar pelo estrago com dinheiro e trabalho. Suomenkieliset koulut:
Lue seuraava teksti ja vastaa sen pohjalta lyhyesti suomeksi sivulla 13 oleviin
kysymyksiin a–e. Kirjoita vastaukset selvällä käsialalla kielikokeen vastauslomakkeen
A-puolelle
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Svenska skolor:
Läs texten och svara sedan kort på svenska på frågorna a–e på sida 13. Skriv svaren
med tydlig handstil på sida A av svarsblanketten för språkproven.

Apresentação do livro Onde é que está o 25 de abril?
“Onde é que você estava no 25 de abril?” Aqui há uns anos, o mestre Armando Baptista-Bastos inquietou meio mundo com esta pergunta, a partir de uma série de «conversas secretas» na SIC. Ainda hoje ele garante que só a colocou quatro ou cinco vezes a outros tantos entrevistados, mas o certo é que a expressão pegou, e até foi expressão favorita de Herman José em vários programas de televisão. E, fosse ou não porque o humor amplifica a dimensão das coisas, o certo é que a questão adquiriu um curioso sentido sociológico – onde estava, com quem estava, como estava – que ultrapassou largamente as intenções originais do entrevistador. Uma prova clara de que as palavras, como todas as coisas, têm vida própria. Aos cidadãos convidados para este livro não foi perguntado onde estavam no dia 25 de abril de 1974. É do domínio público que todos eles estavam onde deviam estar e faziam o que podiam para pôr fim à ditadura que dominava o país há quase cinco décadas. Todos participaram da festa, onde quer que estivessem. Acreditaram que algo estava a mudar, e algo efetivamente mudou. E estes homens e mulheres foram, cada um a seu jeito, obreiros empenhados dessa No verão quente de 1975, alguns deles estiveram em trincheiras opostas. E em novembro, quando a euforia revolucionária deu lugar à normalidade democrática, uns posicionaram-se do lado dos vencedores, outros sentiram-se vencidos, outros ainda se dispuseram a aguardar para ver. Foi o tempo em que, de uma maneira ou de outra, todos percebemos aquilo que mais tarde Júlio Pinto enunciaria de modo axiomático: que a revolução está para a democracia assim como a paixão está para o casamento. A maior parte de nós casou, alguns até por mais de uma vez. E a brasa revolucionária extinguiu-se, como sucede tantas vezes Nos anos seguintes, e cumprindo o seu destino, entre maiores ou menores sobressaltos, a democracia estabilizou. O Portugal moderno é membro da União Europeia, tem acesso a mais de cinquenta canais de Televisão, lojas McDonalds, roupas da Zara, um centro comercial em cada esquina, mil quilómetros de autoestradas, mais de um telemóvel por habitante. É, garantem-nos, um país tão civilizado como os mais civilizados – tanto que até trocou os velhos escudos pelos modernos euros, pelo menos na aparência. Mas continua a ter de viajar até ao estrangeiro para perceber quanto lhe falta para ser realmente um país europeu. E, a bem dizer, falta-lhe quase tudo, e principalmente os tais euros que diziam ser milagrosos – e que, bem vistas as coisas, talvez até sejam. Afinal, é sabido que eles existem e que entram no país, seja vestidos de pedip, pidac, prozac ou fundo estrutural; mas logo de seguida adquirem inexplicavelmente o dom da invisibilidade, e nunca mais ninguém os vê. Um amigo meu diz que são os mistérios insondáveis da Democracia, a mim parece-me que anda por aí mãozinha matreira, mas enfim, quem sou eu para me queixar? Mikä sai kirjoittajan toteamaan, että ”sanat elävät omaa elämäänsä”? Vad var det som fick skribenten att konstatera att ”orden lever sitt eget liv”? Miksi kirjan henkilöiltä ei kysytty, missä he olivat 25. huhtikuuta 1974? Varför frågade man inte personerna i boken var de befann sig den 25 april 1974? Miten vallankumousta ja intohimoa verrataan tekstissä keskenään? På vilket sätt jämförs revolution och passion med varandra i texten? Euro toi Portugaliin muutoksia, mutta mikä ei kuitenkaan muuttunut? Euron medförde förändringar i Portugal, men vad var det som trots det inte förändrades? Mitä outoa euroille tapahtuu Portugalissa kirjoittajan mielestä? Vad är det för konstigt som sker med eurorna i Portugal enligt skribenten? 2 ESTRUTURA E VOCABULÁRIO
2.1
Leia o seguinte texto e responda às perguntas 2645. Escolha para cada pergunta a
resposta mais apropriada ao contexto. Marque com lápis as suas respostas no
formulário de leitura ótica
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Vamos rir mais
organismo não distingue o riso natural do riso falso. Um minuto de riso equivale a 45 minutos de relaxamento. É quando alguém diz ‘não tenho motivos para rir, a vida está difícil’ que mais precisa de o fazer, nem que seja __29__ propósito. É urgente criar obrigue-se a isso. O importante é rir. É positivo e construtivo do sentido de humor destrutivo, __32__ é o sarcasmo. __33__ é __34__. Aquele que não ri de si mesmo terá mais dificuldade __35__ enfrentar o dia-a- circunstâncias, aumenta o stresse e diminui otimista não é negligenciar as dificuldades, __38__ antes integrá-las no quotidiano. Precisamos de doses de boa-disposição que que __40__ preciso. A recordação de um momento cómico partilhado com amigos, a __42__ almoço, podem ser gatilhos de boa- disposição. Um sorriso bonito é um desejo também da vibração da energia vital de quem ri. Há __43__ precise de ordenar os dentes com recurso a aparelho, mas tenha as questões internas bem resolvidas; outros têm uma boca perfeita, mas falta de energia para sorrir. O smile-coach constrói sorrisos __44__ a pessoa permita construí-los dentro Complete o seguinte texto segundo as indicações na margem ou conforme o contexto. Escreva as respostas, com letra legível, umas debaixo das outras no lado B do
formulário de respostas (kielikokeen vastauslomakkeen B-puoli / sida B av svars- blanketten för språkproven) numerando-as. Vizinhos retiram idosa de casa a arder
completo, __2__, uma casa de habitação, no Largo do Rossio, na freguesia de Póvoa de Cervães, Mangualde, deixando desalojada uma idosa de 78 anos. Os vizinhos deram o alerta e retiraram a senhora da casa. De __3__ com o comandante dos bombeiros voluntários de Mangualde, Carlos Carvalho, o fogo __4__ início no quarto, __5__ ao vizinhos __6__ se aperceberam da existência de fumo e ajudaram a retirar a idosa do interior do primeiro andar da habitação. A casa, de construção antiga, constituída por rés-do-chão (arrumos) e primeiro andar, “aparentemente não tinha eletricidade e o fogo pode ter sido provocado por uma vela”, adiantou o comandante Carlos Carvalho. No combate __7__chamas __8__ 15 elementos com 5 veículos dos bombeiros voluntários de Mangualde e o responsável __9__ Proteção Civil Municipal que __10__ de alojar a idosa, que não 3 REDAÇÃO
Suomenkieliset koulut:
Kirjoita kaksi tekstiä samalle konseptipaperille portugaliksi. Valitse toinen tehtävä ryhmästä A
ja toinen ryhmästä B. Noudata valitsemiesi tehtävien ohjetta. Muista kirjoittaa selvällä
käsialalla. Numeroi kumpikin teksti, laske molempien sanamäärä erikseen ja merkitse se tekstin
A. Kirjoitustehtävän pituus: 35–50 sanaa Tehtävän pisteitys: 33–0 pistettä 3.1 Tutustuit elämäsi mieheen/naiseen portugalinkielisessä maassa, mutta kadotit hänen
yhteystietonsa. Löydät hänet Facebookista tai muusta nettiyhteisöstä. Kirjoita hänelle 3.2 Vuokra-autosi varastettiin Algarvessa. Vuokra-autofirma pyytää sinua kertomaan
Kirjoitustehtävän pituus: 65–100 sanaa Tehtävän pisteitys: 66–0 pistettä 3.3 Lähetä sähköpostitse kiitosviesti portugalilaiselle ystävällesi, joka oli kutsunut sinut
viikoksi kesäpaikkaansa Portugalin rannikolle. Kutsu ystäväsi vastavierailulle Suomeen marraskuussa. Kuvaile, mitä voisitte tehdä ja miten ystäväsi voisi varautua 3.4 Portugalinkielinen kämppäkaverisi ei huolehdi huoneistostanne juuri ollenkaan.
Kirjoita hänelle kirje, jossa moitit hänen piittaamattomuuttaan. Ehdota, miten kaverisi Svenska skolor:
Skriv två texter på samma konceptpapper på portugisiska. Välj en uppgift ur grupp A och en ur
grupp B. Följ de instruktioner som ges för uppgifterna. Kom ihåg att skriva med tydlig handstil.
Numrera båda texterna, räkna antalet ord för vardera texten och ange det efter texterna. A. Skrivuppgiftens längd: 35–50 ord 3.1 Du träffade mannen/kvinnan i ditt liv i ett portugisspråkigt land, men du tappade bort
kontaktinformationen. Du har nu hittat honom/henne på Facebook eller på något annat nätforum. Skriv ett kort privat meddelande till honom/henne. 3.2 Din hyrbil blev stulen i Algarve. Biluthyrningsfirman ber dig beskriva händelsen i ett
Skrivuppgiftens längd: 65–100 ord 3.3 Skriv ett tackmejl till din portugisiska vän som hade bjudit in dig på en vecka till sitt
sommarställe på den portugisiska kusten. Bjud in vännen på svarsbesök till Finland i november. Skriv om vad ni skulle kunna göra och hur din vän kan förbereda sig för 3.4 Din portugisspråkiga kompis som du delar lägenhet med sköter nästan inte alls om
lägenheten. Skriv ett brev till kompisen där du klagar på slarvet. Kom med förslag på hur kompisen skulle kunna förbättra sitt beteende. KOKEEN PISTEITYS / POÄNGSÄTTNINGEN AV PROVET ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________

Source: http://www.ksml.fi/styles/ylioppilaskirjoitukset/GCT-K13.pdf

Accessibility to health care in developing countries

Accessibility to Health Care in Developing Countries Jaap Koot, M.D. MBA, Public Health Consultants, Amsterdam 1. Introduction World-wide the average health status of people is improving, expressed in termsof increasing life expectancy and reducing infant mortality. As we all know, thehealth status of a population depends more on economic development, levels ofeducation and sanitation, th

Http://www.mdconsult.com/das/article/body/238181269-2/jorg=jour

Use of this content is subject to the Terms and Conditions AN EVIDENCE-BASED APPROACH TO TREATING OTITIS MEDIA Pediatric Clinics of North America - Volume 43, Issue 6 (December 1996) - Copyright © 1996 W. B. Saunders Company PEDIATRIC OTOLARYNGOLOGY AN EVIDENCE-BASED APPROACH TO TREATING OTITIS MEDIA Richard M. Rosenfeld MD, MPH From the Department of Otolaryngology, State Univ

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